11.6.09

Sticker Awards

// 4a edição



A quarta edição dos Sticker Awards começou no dia 20 de Maio e, como era de esperar, é diariamente bombardeada com novos stickers por artistas de todo o Mundo.

Para quem não conhece está é uma competição anual que teve início em 2005 e que originou a publicação de um livro no mesmo ano. Desde então o Sticker Awards tem sido uma das mais prestigiadas competições de street art, em que os grandes nomes da sticker culture participam lado a lado com aspirantes, novatos ou desconhecidos.

Jurado por membros da Rebelart, da Adbusters ou da Sticker Nation, o Sticker Awards atribui prémios aos que apresentarem os trabalhos mais criativos:

*1º lugar: Impressão de 5000 stickers (vinyl) transparentes com um design escolhido pelo vencedor e uma subscrição Rebel-Art.
*2º lugar: Impressão de 2000 stickers (vinyl) redondos de 10cm com um design escolhido pelo vencedor e uma subscrição Rebel-Art.
*3º lugar: Impressão de 1000 stickers (papel) com um design escolhido pelo vencedor e uma subscrição Rebel-Art.

O concurso está aberto até 30 de Agosto e não há limite de participações por concorrente, pelo que se pode enviar variados trabalhos quer em formato digital, quer em fotografia. E o upload é feito directamente no site, stickeraward.net.

IDIOT PROOF

// Lyrical Bombing

O post de hoje é algo diferente do habitual. Não é propriamente graffiti, mas um brinde do Cartel para todos os writers que por cá passam. E é um brinde porque estas são duas compilações underground a que poucos tiveram acesso, e com temas que falam apenas e só...de graffiti.

// Rhyme Vandals



Typical Cats - The Manhattan Project
Fort Minor - Spray Paint & Ink Pens (ft. Lupe Fiasco & Ghostface Killah)
KRS-One - Out For Fame
Company Flow - Lune TNS
Swarmy - Trains Mission
Looptroop - Ambush in the Night
Warlocks - Strictly Kings & Better
Blade & The Bazay Jam Band - Blades Theme (Jigsaw Jeff remix of Pacman)
Mr.Lif - Wanted
Task Force - Still Bombing
Dilated Peoples - Night Life
Ex Vandalz - Industry Standard (ft. Perk One, Rakaa Iriscience & 2Mex)
Bias B - Hursty
Promoe - Freedom Fighters (ft. Cos.M.I.C)
Tame One - Homage 2 Da Bomberz
El-P - Bombing Pt.2

*Compilação Rhyme Vandals (97MBs/70mins) - DOWNLOAD.

// Return of the Rhyme Vandals



Arsonists - Underground Vandal
Looptroop - Adrenalin Rush
Raydar Ellis - Graffiti Rock
The Shapeshifters - Vandal Squad (ft. Met Fly & Existereo)
Bukue One - 4 Tha Graff Hedz
Kero One - The Cycle Repeats
The Narcissists - Graffwriters
Company Flow - End To End Burners
Tommy Tee - Aerosoul
Promoe - These Walls Don’t Lie
Souls of Mischief - Stealth Bombing
Longevity - Burners (ft. Abstract Rude & St. Mark)
Talib Kweli & Rakim – Subway Surfers aka Getting Up Anthem
Full Throttle - It's An Honour
DJ Vadim - 4 My Writers (ft. Juice)
Blade & The Bazay Jam Band – Getting’ It On 82 (Peril remix of 'Soda Pop')
Bucc - Style Wars

*Compilação Return of the Rhyme Vandals (91MBs/66mins) - DOWNLOAD.

7.6.09

GNR

6.6.09

Fiat Street Art 2009

// Spazio Dual Lounge

A Fiat, através do grupo Italian Motor Village, convidou 10 artistas nacionais para um evento que teve lugar no centro de Lisboa.

Diogo Machado, Klit, Leonor Morais, Mar, MinimalAnimal, Mosaik, Mr.Dheo, Paulo Arraiano, Ram e Skran transformaram o espaço Spazzio Dual Lounge - na Avenida da República - numa galeria de Arte cuja inauguração foi na passada quinta-feira (4 de Junho), e que permanece no espaço durante um mês.










Graffiti vs Rui Rio (Parte II)

// Graffiti fez "regressar a arte à rua" mas também o "preconceito"

Artistas portuenses assumem opiniões distintas sobre o estado de aceitação do Grafitti em Portugal. Mas avisam: "solução não passa pela legalização".

As intervenções sociais chegaram à rua, mas não às pessoas. "Estamos demasiado presos a preconceitos que levam a que a maioria dos artistas encontrem reconhecimento apenas fora do nosso país", defende "Mr.Dheo", um dos graffiters portuenses com maior reconhecimento nacional e internacional.

"Como é que se explica eu ser convidado para trabalhar em cidades estrangeiras porque é o meu trabalho em específico que pretendem e na minha cidade, com quase dez anos de actividade, não ter um único convite até hoje?", interroga-se "Mr.Dheo", numa altura em que se discute a proposta do PS para aproveitamento do graffiti na reabilitação de zonas degradadas do Porto.

Opinião diferente tem "Caos", outro dos mais respeitados artistas de rua do Porto, para quem "com a globalização das artes e da internet, o graffiti em Portugal acaba por estar ao mesmo nível do resto da Europa". "Já existem muitos trabalhos, as pessoas já conseguem perceber o graffiti como forma de arte que é, já não existe aquele tabu que existia há uns anos atrás. O graffiti foi como um motor do regresso da arte à rua", considera.

Apesar disto, ambos os artistas admitem ao JPN que a solução "não passa pela legalização do grafitti". "Nunca seria solução porque seria uma porta aberta para a situação actual piorar bastante. É necessário perceber que nem tudo o que se vê pode ser catalogado como graffiti só porque é feito a spray, e que os sprays estão ao alcance de qualquer um em qualquer altura", remata "Mr.Dheo".

*Fonte: JPN

Graffiti vs Rui Rio (parte I)

// Graffiters acusam Rui Rio de se comportar como um "camaleão"

Writers acreditam que a aceitação com que o autarca encarou a proposta da vereação PS para o aproveitamento do graffiti na reabilitação de zonas degradadas não passa de "campanha" política.

Os graffiters portuenses com maior reconhecimento nacional e internacional, "Caos" e "Mr.Dheo", duvidam das verdadeiras intenções do presidente da Câmara Municipal do Porto, que classificou como "interessante" a proposta da vereação do PS para o aproveitamento dos graffitis na reabilitação de muros e zonas degradadas da cidade.

"Seria estranho o Rui Rio ter mudado de perspectiva justamente nesta altura. Só faltava felicitar o F.C.Porto pelo tetra e enviar um abraço sentido ao Presidente Pinto da Costa", ironiza "Mr.Dheo", que inclui no seu site uma declaração em que, há alguns anos, o Presidente da CMP ter-se-à referido aos graffiters como "delinquentes".

O artista diz mesmo que "à Câmara Municipal já chegaram várias propostas", inclusive uma, em 2007, que propunha aquilo a que o Rui Rio hoje definiu como "uma proposta interessante". E o 'interessante' disso foi eu ter recebido em casa uma carta registada da Câmara a aconselhar-me o Centro de Emprego".

Também "Caos" desconfia da postura de "cameleão" do presidente da CMP que, "quando tem de ser verde é verde, quando tem de ser vermelho é vermelho". Até porque, sustenta, "ainda há 4 anos o discurso era bastante mau, quem fazia graffiti eram vândalos, portanto isto é manobra política".

Para o artista, a abertura de Rui Rio à proposta do PS não passa de "uma atitude de última hora" em relação à cultura. "A Elisa Ferreira terá obviamente um programa cultural mais forte que o PSD alguma vez teve", remata.

// Uma nova "maquilhagem" para o centro da cidade

"Caos" teme, porém, que a iniciativa da vereação socialista não passe de uma nova "maquilhagem" no sentido de "disfarçar o facto de a Baixa do Porto estar completamente abandonada". "Se [a CMP] me contacta porque ouviu falar que eu faço graffiti e que se calhar até dava jeito dar umas baforadas de tinta para disfarçar uma fachada que eles deixaram ao abandono há duas décadas, passo", acrescenta "Mr.Dheo".

Ainda assim, e apesar de duvidarem da efectiva concretização do projecto que prevê terminar com a dispersão de graffitis espalhados pela cidade e reuni-los na reabilitação de áreas destruídas, os dois artistas classificam a ideia como "uma boa solução para não gastarem muito dinheiro". E até se mostram disponíveis para participar na iniciativa, "desde que pressuponha uma "selecção criteriosa do trabalho que vale a pena ser visto e divulgado, e do que não interessa", avisam.

"Se a Câmara me contactar bem contextualizada com o meu trabalho e currículo, no sentido de desenvolver um trabalho sério, apoiado e valorizado e que tem como objectivo embelezar a cidade, tenho todo o interesse", sustenta "Mr.Dheo".

Obedecendo à lógica de intervenção social que desenvolve no seu trabalho pessoal, "Caos" gostaria de se "aproveitar do próprio sistema para mandar uma tacada" ao mesmo. Para isso, ao executar um trabalho deste género na cidade do Porto, pondera manifestar o que pensa da política - "já não me engana", diz - nos seus graffitis e assim "virar o jogo ao contrário".

*Fonte: JPN

Mostra Anual de Arte Urbana

// Conjunto de normas



// Objecto

A Mostra de Arte Urbana, de periodicidade anual, é dedicada ao Graffiti e à Street Art, enquanto expressões artísticas urbanas, implicando a realização de trabalhos nos painéis que integram a Galeria de Arte Urbana, sita na Calçada da Glória.

// Objectivo

A Mostra procura divulgar e sensibilizar para a produção criativa em Graffiti e Street Art, estimulando a sua execução dentro de um quadro institucional e autorizado.

// Participantes

Podem apresentar candidaturas todas as pessoas, individual ou conjuntamente, nacionais ou estrangeiras.

// Candidatura

A candidatura deve ser enviada em CD para a Câmara Municipal de Lisboa, Departamento de Património Cultural, sito no Palácio dos Coruchéus, Rua Alberto de Oliveira, 1700-019 Lisboa, e integrar os seguintes elementos:

. CV/Portfolio, no qual se deverá mencionar morada e telefone de contacto
. maqueta dos projectos (estes elementos devem também ser enviados impressos em papel)
. sinopse dos projectos (max. 500 caracteres)
. indicação dos materiais necessários ao desenvolvimento do trabalho.

Só poderão ser apresentados, no máximo, três trabalhos por candidatura.

// Júri

O Júri da Mostra é multidisciplinar e será designado pela CML para cada edição do evento, integrando necessariamente membro(s) da edilidade.

// Selecção

As candidaturas serão seleccionadas por um júri de acordo com critérios de singularidade plástica e gráfica e de eficácia na adaptação aos suportes/painéis em causa, no número total de intervenções a realizar em cada Mostra, sendo o resultado anunciado nos meios de divulgação envolvidos.

// Prazo

O prazo de envio das candidaturas será definido em cada edição da Mostra de Arte Urbana.

// Materiais

A cada projecto seleccionado será atribuído pela organização, um montante para materiais, sendo a sua aquisição da responsabilidade dos criadores.

// Edição

Os candidatos seleccionados autorizam a CML a editar fotografias e registo videográficos dos trabalhos elaborados, bem como a utilizar os seus nomes e imagens em todos os suportes de divulgação envolvidos.

// Interpretação

A interpretação de qualquer dúvida sobre este conjunto de normas e sobre a convocatória à participação é da competência exclusiva da CML.

// Aceitação do Conjunto de Normas

A participação nesta Mostra pressupõe a plena aceitação do presente conjunto de normas.

*Mais informações em GAU e esclarecimentos através do e-mail das técnicas do Departamento de Património Cultural silvia.camara@cm-lisboa.pt e ines.machado@cm-lisboa.pt

27.5.09

Aproveitar grafiters para reabilitar zonas velhas

// Ideia do PS agradou. Câmara já limpou seis mil metros quadrados

Aproveitar os graffiters que ilegalmente espalham desenhos pela cidade, desordenadamente e sem critério, e pô-los a reabilitar muros degradados é uma solução que a Câmara do Porto poderá vir a pôr em prática.

A proposta partiu da vereação socialista, mas agradou a Rui Rio. "Há muita sujidade no Porto, há ruas completamente grafitadas. Proponho que a Câmara reúna os grafiters para reabilitar estas zonas degradadas, os edifícios sujos e feios", propôs a vereadora substituta do PS, Carla Miranda, ontem de manhã, na reunião pública do Executivo.

"É possível trabalhar com esta gente", acrescentou a socialista, considerando que o trabalho pode ser feito em colaboração com as juntas de freguesia. Carla Miranda lembrou, no entanto, que é preciso fazer a distinção entre os graffiters e os que se limitam a assinar nas paredes (tags), como forma de marcar território.

Rui Rio achou "interessante" a proposta, nomeadamente no que toca à articulação com as juntas de freguesia. "Embora a Câmara esteja a fazer um esforço para limpar as paredes da cidade, admito que a entrada de novos grafitos seja superior. Pegar nas paredes velhas e dar-lhes uma nova vida parece-me uma boa ideia", reiterou o presidente da Câmara do Porto.

De acordo com a informação, publicada no último número da revista oficial da Câmara do Porto, a Direcção Municipal de Ambiente e Serviços Urbanos tem vindo a fazer um esforço em termos de limpeza urbana, dando "prioridade à intervenção na remoção de graffitis que proliferam no espaço público". "Até agora foram limpos mais de seis mil metros quadrados", pode ler-se no artigo.

*Fonte: Jornal de Notícias

25.5.09

Masyr & Risko

Risko