// MTV no Barreiro
No próximo dia 4 de Abril, sábado, entre as 16 e as 23 horas, o Forum Barreiro vai ser palco do evento Barreiro by MTV - FROM GREY TO RAINBOW.
Com o objectivo de transformar o monocromático parque de estacionamento numa criativa mistura de cor, a MTV Portugal e a Multi-Mall Management unem-se e prometem uma tarde onde a arte urbana e a música combinam na perfeição.
Ao rubro, no piso -2 vão estar Makongo, DJ Glue, DJ Kwan e Live Customization com Mosaik, Hayes, Add fuel to the fire e Graffiti Jams protagonizados pelos street masters do momento: Paris, Wize, Klit, Mar e Tota.
No espaço, serão realizados ao vivo 5 graffitis de 2m altura por 4m largura que vão animar o cinzento parque do Fórum, workshops e a customização de um MTV Gigante, de Headphones e de um automóvel.
A iniciativa é de entrada livre e os participantes ainda se podem habilitar a ganhar uns headphones customizados.
Dia 4 de Abril, vem passar um sábado diferente no “From Grey to Rainbow” – Barreiro by MTV e ajudar a colorir o parque de estacionamento do Fórum Barreiro.
*Info: MTV Portugal
1.4.09
FROM GREY TO RAINBOW
Freestyle Mag
// A nova revista da cultura Hip Hop
A publicação dá a conhecer expressões artísticas como 'Hip Hop', 'MC', 'DJ', 'breakdance' e a mais discutível de todas: o 'graffiti'. Director afirma que pinturas urbanas são uma das atracções turísticas de Lisboa, mas concorda com limpeza no Bairro Alto.
Nasceu esta semana a primeira revista totalmente portuguesa dedicada à cultura urbana, a Freestyle, de onde se destacam várias expressões artísticas como o Hip Hop, MC, DJ, Breakdance e Graffiti. E é esta última que provoca maior polémica. É que se pintar em muros autorizados é uma forma de arte aplaudida, fazê-lo em prédios dos centros históricos, em monumentos, em carruagens de comboios e de metro, é ilegal e arrisca-se a multa ou pena de prisão.
E é desta forma que também pensa Martim Borges, director da Freestyle. "Eu já faço graffiti há dez anos, mas faço-os de forma legal", começou por dizer o também fundador da nova revista.
E as imagens de carruagens de comboios da CP com graffiti que aparecem em grande número na Freestyle? "Eu não respondo pelo que os outros fazem. Essa é uma vertente mais crua dos graffiti e que é a que chateia mais as pessoas. Tal como os que são feitos no Bairro Alto, em Lisboa. Acho que nem vale a pena evitar, é algo que vai sempre existir, por mais que a câmara faça limpezas. Se bem que eu acho bem que se limpe. O que lá se passa é demais e dá um aspecto sujo. Mas o Bairro Alto também é conhecido pelos graffiti, é uma das suas imagens de marca, que até já tem fama turisticamente. Até o Elevador da Glória [que faz a ligação entre a Avenida da Liberdade e o Bairro Alto] é visitado por turistas estrangeiros para verem os grafitti. Tornou-se um símbolo da cidade. O que eu não acho bem é fazer-se assinaturas em monumentos", disse Martim Borges.
O director da revista fez ainda uma ressalva: "Ao contrário do que se pensa, os graffiti não são sinal de violência. O crime que existe no Bairro Alto, como a venda de drogas, não tem a ver com as pessoas que fazem graffiti".
Quem também não está contra esta forma de arte é o próprio presidente da Câmara de Lisboa, António Costa, que a propósito da limpeza no Bairro Alto falou sobre o assunto. "Não sou completamente contra os graffiti, mas penso que devem ser enquadrados", disse o autarca, referindo ainda que em breve serão criados "espaços próprios para que os artistas possam dar azo à imaginação".
Quem não é fã de graffiti, é a Fertagus e a CP, sobretudo se feitos nas suas carruagens. Segundo Paulo Cerqueira, técnico superior da Fertagus, "o custo médio de limpeza de graffiti nos comboios varia entre 15 a 20 euros por metro quadrado". Já a CP, diz estar atenta ao problema e que a empresa está a "reforçar a vigilância".
*Fonte: Diário de Notícias
30.3.09
Guerra ao graffiti nos comboios
// TVI 24
Lisboa - Guerra aos grafites nos comboios: CP e FERTAGUS optam pela remoção de composições, videovigilância ou revestimentos inovadores
O combate aos grafites nos comboios na zona da Grande Lisboa é uma batalha diária para a CP e a FERTAGUS que optam por soluções tão diversas como a remoção de composições vandalizadas, videovigilância ou revestimentos inovadores, refere a Lusa.
Para os utilizadores, as composições da FERTAGUS, na Margem Sul, parecem mais limpas mas tudo se deve à estratégia da empresa em retirar as composições quando são vandalizadas. Por seu turno, a CP, opta por soluções mais preventivas, com videovigilância.
Segundo Paulo Cerqueira, técnico superior da Fertagus, «o custo médio de limpeza de graffitis nos comboios» varia entre 15 a 20 euros por metro quadrado, «em função da dificuldade de limpeza da área afectada».
Já a CP não quis adiantar números relativos aos custos inerentes à limpeza de grafites nos comboios da transportadora.
Para lidar com estes actos de vandalismo, a FERTAGUS procura «fazer uma vigilância, o mais apertada possível, do material circulante», diz Paulo Cerqueira.
A nível «correctivo», a FERTAGUS «faz os possíveis para retirar qualquer composição que esteja com graffitis», explicou. Até porque «o objectivo de quem faz o graffiti é mostrar» a sua obra, pelo que se as composições estão grafitadas isso irá incentivar outros artistas.
«Nós retiramos os comboios quando é tecnicamente possível», disse Paulo Cerqueira, que considera este empenho um «ponto de honra» da transportadora nesta questão.
No que respeita à CP, fonte da empresa disse que a transportadora «está atenta ao problema das pinturas de graffiti e tem procurado soluções cada vez mais eficazes e rápidas de prevenção e na limpeza de comboios e instalações».
Nesse sentido, tem insistido num «dispositivo de segurança física e tecnológica com vista a evitar comportamentos anti-sociais, como é o caso destas pinturas», refere a empresa em comunicado.
Durante a noite, os comboios das transportadoras são guardados em parques específicos com segurança dedicada.
A CP referiu ainda que «estão a ser testadas novas soluções, nomeadamente de aplicação de novos materiais no exterior de comboios que facilitam a remoção dos graffitis».












